sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
The poem of the Atoms (do filme Bab'Aziz)
Sinopse
Um poema visual de enorme beleza, uma obra de arte de Nacer Khemir, Baba Aziz encerra a trilogia do deserto. O filme inicia-se com a estória de um dervixe chamado Baba Aziz e sua neta espiritual, Ishtar. Juntos, percorrem o deserto atrás de uma grande reunião de dervixes que ocorre uma vez a cada 30 anos. Tendo a fé como único guia, os dois viajam por vários dias pela imensidão. Para ajudar a suportar a viagem, Baba Aziz passa a contar estórias do príncipe do deserto que contemplava sua alma ao lado de uma pequena piscina. No decorrer da narrativa, os viajantes encontram outros que também contam suas estórias.Repleto de imagens maravilhosas e belíssima música, Nacer Khemir criou uma fábula inédita e encantadora filmada nas areias da Tunísia e do Irã. O roteiro desse filme foi escrito pelo próprio Khemir, em parceria com Tonino Guerra, autor de diversos roteiros de grande sucesso (Amarcord, Night of the Shooting Stars, Blowup, entre outros)
Título Original: Bab'Aziz , le prince qui contemplait son âme
Gênero: Aventura, Drama, Fantasia
Estreia no Brasil: 2006
Duração: 96 minutos
Seven Advices of Mevlana RUMI:
1. In generosity and helping others be like a river.
2. In compassion and grace be like the sun.
3. In concealing others' faults be like the night.
4. In anger and fury be like one who is dead.
5. In modesty and humility be like the earth.
6. In tolerance be like a sea.
7. Either exist as you are or be as you look."
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Grandeza do Homem
Somos a grande ilha do silêncio de deus
Chovam as estações soprem os ventos
jamais hão-de passar das margens
Caia mesmo uma bota cardada
no grande reduto de deus e não conseguirá
desvanecer a primitiva pegada
É esta a grande humildade a pequena
e pobre grandeza do homem
Ruy Belo, in "Aquele Grande Rio Eufrates"
Giotto, Juízo Universal - fresco 1000x840, capella Arena, Pádua
Somos a grande ilha do silêncio de deus
Chovam as estações soprem os ventos
jamais hão-de passar das margens
Caia mesmo uma bota cardada
no grande reduto de deus e não conseguirá
desvanecer a primitiva pegada
É esta a grande humildade a pequena
e pobre grandeza do homem
Ruy Belo, in "Aquele Grande Rio Eufrates"
Giotto, Juízo Universal - fresco 1000x840, capella Arena, Pádua
sábado, 17 de novembro de 2012
Raiz judaica do Cantar Alentejano…

Sempre ouvi dizer que as raízes dos cantares tradicionais alentejanos eram árabes, e que remontavam aos séculos de domínio muçulmano do Sul de Portugal mas, confesso, e apesar de conhecer bastante música árabe, nunca encontrara entre elas qualquer analogia. Inclusive, alguma tentativas de aproximação entre as duas empreendidas por músicos contemporâneos, apesar de agradáveis, tinham sempre um sabor a casamento forçado.
Curiosamente, foi nas sinagogas sefarditas que encontrei melodias que me faziam de imediato lembrar as “modas” alentejanas das terras dos meus país.
As semelhanças encontram-se no todo, mas elas notam-se principalmente em pontos de contacto muito específico – o maior dos quais a sua forma “responsiva”, pois tanto na oração judaica como no cantar tradicional alentejano há um “líder” e um coro que responde. Mas é a forma como essa relação, esse diálogo melódico, se desenrola que parece deixar pouca margem para dúvidas acerca da evidente afinidade.
::PARA OUVIR::
Kedushah, gravada na Sinagoga Portuguesa e Espanhola de Londres, nos finais dos anos 50 e editada em 1960 pela Folkways Records, de Nova Iorque.
Meu Alentejo Querido, pelo Grupo Coral e Etnográfico “Os Ceifeiros de Pias”, editado em 2001 no CD Vozes do Sul.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
"A caridade é o poder de defender aquilo que sabemos indefensável. A esperança é o poder de estar bem disposto em circunstâncias que sabemos desesperadoras. A virtude da esperança existe apenas nos terremotos e nos eclipses. [...] É exatamente no instante em que a esperança deixa de ser razoável é que começa a ser útil. [...] A virtude da humildade, embora seja prática a ponto de vencer batalhas, será sempre paradoxal o bastante para confundir os pedantes."
(G. K. Chesterton - Hereges - Cap. XIII )
Sophia - poema
Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.
Sophia de Mello Breyner
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Capela Sistina - Miguel ângelo
Uma viagem
http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html
Uma viagem
http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
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